Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

Festas felizes

Quase 6 mil visitas merecem um postal. Boas festas a todos, um Natal cheio de ... tudo.

0000gyze

 

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publicado por amazonas às 22:33
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Sábado, 16 de Dezembro de 2006

Até os bichinhos gostam...


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Colocado por nono1970

E esta heim ?


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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

Uma tarde a três II

Jorge recostou o banco do carro totalmente para trás ficando na posição deitada. A cabeça agora mirava o rabo e o sexo de Sandra que se tinha colocado em posição para se deixar lamber. Maria por sua vez deixa de chupar o pénis, tira completamente as calças apenas ligeiramente rebaixadas e vai para cima de Jorge. Num ápice, pega-lhe no membro e introdu-lo na vagina completamente molhada e escorregadia. Jorge solta gemidos de prazer parando por uns segundos de lamber o clítoris de Sandra, para saborear o momento da penetração.
 

 
Os perfumes dos três misturam-se sob o suor e o calor que reinava no carro. A excitação era incrível, era pura tesão e a vida lá fora era lhes alheia. Aqueles momentos estavam a tomar conta deles em todos os sentidos e nada mais importava.
 
 
 
Jorge ora lambia o clítoris de Sandra ora o acariciava em movimentos suaves e circulares. Da vagina de Sandra começava a escorrer um suco quente da tremenda excitação. Jorge introduz-lhe dois dedos e depois três investindo nela cada vez mais rápido, ritmando com os movimentos de Maria que cavalgava sobre ele e lhe mordia os mamilos. Jorge agarra com as duas mãos nos enormes seios de Sandra e aperta-lhe os bicos duros enquanto recomeça a lambê-la com a língua, mordendo a vulva e o clítoris levando-a à loucura. Ela apoia-se nas costas do branco traseiro e começa a fazer momentos de vaivém sobre a cara de Jorge, quase a vir-se. Este sente o orgasmo nela iminente e roça com mais intensidade, introduz novamente os dedos e move-os para dentro e para fora cada vez mais depressa. A seiva de Sandra escorria sobre a boca dele e finalmente ela pára, arfa e solta a respiração ofegante de quem está a ter um orgasmo. Maria dá umas palmadas no rabo de Sandra que se vem em cima de Jorge gritando “aiiiii, tou me a vir com uma força! Larga Jorge, larga!”- Jorge parou de investir nela e vê a vulva de Sandra em contracções intensas que acompanhavam os seus gemidos. Ela sai de cima dele, estafada e coloca-se ao lado, fechando os olhos.
 

 

Maria e Jorge continuam ambos a fazer amor intensamente esquecendo-se de Sandra. Jorge coloca as mãos sobre as nádegas de Maria e ajuda-a nos movimentos em vaivém, percorre-lhe as costas e puxa a cabeça de Maria para ele, beijando-a no pescoço, nas orelhas espalhando nela o cheiro de Sandra. Jorge está a segundos de gozar e levanta as ancas para cima e para baixo investindo ele em Maria enterrando-se cada vez mais nela e com tanta força que o pénis tocava no clítoris interagindo com ele, vibrante, forte. De cada vez que ele entra nela, ela senta-se com força e aperta as coxas. Jorge transpira e o seu rosto contorce-se num misto de dor, prazer e atinge o orgasmo tão intensamente que também solta gritos antes de fechar os olhos.
 

Maria dá mais umas investidas, sente a seiva a escorrer dele e delira de prazer, saboreia cada sensação de Jorge dentro dela, continua com as estocadas no pénis e tem um orgasmo infernal, quente, gemendo de prazer e caindo sobre o ventre de Jorge. As coxas estão doridas da posição e arfa consoante as contracções. Quando acalmam, sai de cima dele e recosta-se no banco. Sente a mão de Sandra a afagar-lhe o cabelo e a murmurar “caramba, foi incrível.”. Maria ri-se assim como Jorge, olham uns para os outros enquanto descansam.
 
Foram sensações deliciosas nessa tarde de gozo a três.
 
 
 
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

Uma tarde a três I

Já estava combinado há um tempo que a Maria e a Sandra iam tomar café com o Jorge. O dia chegou e os três cumprimentaram-se efusivamente num alegre ambiente e prazenteiro. Sentiam-se completamente à vontade, conversando sem tabus, o que originou entre eles um clima de cumplicidade inebriante. Jorge tocou instintivamente na mão da Maria e houve entre eles um estremecimento. Sandra notou e olhou para ambos divertida. Então como que a querer entrar na festa entrelaçou a mão na do Jorge e outra na da Maria e ficaram assim os três olhando uns para os outros e sentindo a atracção que os envolvia.
 
 
Os sentidos despertaram e Maria fica ruborizada com a excitação:
- Vamos embora daqui…
Assentiram os três, pagaram a conta e saíram. A caminho do carro de Jorge, beliscavam-se, davam uns beijos, umas palmadas, perante os olhares curiosos de alguns transeuntes que iam passando.
- Vamos os três? – Perguntou Jorge evidenciando também uma certa excitação nos olhos.
Maria e Sandra concordaram de imediato. Aproximava-se uma experiência intensa e excitante e ambas já há muito que trocavam impressões sobre o Jorge, que conheciam bem e que não era de descartar, atraente de corpo, um sorriso arrebatador e um sentido de humor apurado.
 
Maria sentou se à frente com Jorge e Sandra foi atrás. Jorge arrancou e estacionou num lugar mais discreto a dois quilómetros enquanto ia acariciando Maria no meio das coxas e Sandra rodeava o banco de Jorge tocando-lhe nas virilhas e sentindo o membro erecto.
Jorge beijou Maria com sofreguidão introduzindo a língua na sua boca e jogando com a dela. Sandra aproximou-se e acaricia os cabelos de ambos e Jorge vira-se para ela beijando-a também. As carícias, a saliva e o desejo misturam-se. Os bicos dos seios de Maria endurecem e Jorge aperta-os suavemente. Desabotoa-lhe o botão das calças e baixa-as o suficiente para lhe tocar dentro da tanga. Maria encontra-se húmida e quente. Sandra atrás, recosta-se e observa, enquanto levanta a saia e coloca a mãos dentro das cuecas para se acariciar.
 

 

Jorge acaricia o clítoris de Maria e esta geme loucamente e aperta as coxas. Entretanto muda de posição e abaixa-se sobre Jorge. Ele coloca então a mão pelo rabo de Maria e introduz dois dedos na vagina. Maria por sua vez descobre o membro duro de Jorge e chupa-o avidamente.
 
 

 

Subitamente, Sandra muda de posição e coloca-se de gatas no banco de trás e o mais chegada possível para a frente. Jorge começa a lamber-lhe o clítoris enquanto continua a investir com os dedos na vagina de Maria que por sua vez abocanha avidamente o pénis de Jorge. Os vidros do carro embaciam completamente protegendo-os. Os gemidos ecoam lá dentro, e as respirações aumentam com o calor no interior. Jorge despe o pólo e deixa a descoberto um corpo sensual e macio.
 

continua...

 
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006

Rapadinhas vs Cabeludas

Relatos verídicos:

"A primeira vez que ia fazer amor com a minha namorada, em casa dos pais dela que estavam numa festa, fomos para a cama dela. Estava tudo nos conformes, sem pressas, e com preliminares prolongados. Eu sabia que ela era virgem e o facto causava-me preocupação. Estou muito apaixonado por ela. Mas nesse dia, quando lhe despi as cuecas e a vi totalmente rapada, perdi a tesão toda e fiquei enojado. Pensei logo que era alguma doença embora ela me dissesse que o tinha feito porque vira um filme e pensou que eu ia gostar. Não fui capaz de consumar o acto e tive de me ir embora"

 

"tenho uma vida sexual razoável, e já tive duas namoradas. Há uns tempos para cá apaixonei-me perdidamente por uma rapariga linda que vi num bar e comecei a falar com ela. Após duas saídas fomos para a cama e ela disse-me que era virgem. Eu sosseguei-a, afirmando que ia ser meigo para não a magoar. Despi-a devagar e quando lhe tirei a tanga perdi completamente a vontade. A erecção foi-se de vez perante a floresta que via na minha frente. Pedi-lhe desculpa e disse-lhe que me lembrei de um compromisso e saí."

 

É sabido que nós mulheres, gostamos de agradar aos homens, agora prever que nos aconteça uma destas situações melhor será prevenir e optar por uma forma intermédia destas duas e arriscarmo-nos apenas a um ligeiro torcer do  nariz do parceiro. A depilação é dolorosa nestas partes mas parece ser moda. A preguiça também. De qualquer modo é mesmo uma questâo de gostos e há homens que gostam mesmo de as ver peludas. Serão muitos? Curiosidade...

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Quarta-feira, 29 de Novembro de 2006

Hoje mato-te a fome

Anda cá! Estás muito arredio ultimamente. Que se passa? Sentes a falta do meu gosto? Não te preocupes, mato-te num já essa saudade…

 

Apetece-me levar-te ao céu, deixar-te sem ar, fazer-te gemer, trepar pelas paredes, descontrolar-te. Já lá vai algum tempo, mas não esqueci do que gostas. Sei precisamente o que te deixa louco…

 

 

 

 

 

 

Chiuuuu!...Cala-te lá, toma este beijo. E outro! E mais um!...Gostas? Queres mais? Eu sei! Vou dar-te o que desejas…mas devagar. Dá-me esse teu queixo, sabes que sou perdida por ele…Adoro chupar-to com sofreguidão, deslizando a boca pelo teu pescoço, perdendo-me no lóbulo da tua orelha…E o teu peito? Esses mamilos que pespontam por entre os pelos já grisalhos? As minhas unhas cravam-se em todo o comprimento das tuas costas enquanto os meus lábios brincam com as saliências de pele intumescida que pedem por mais…Deslizo as mãos pelas tua barriga, pelas coxas, pelas ancas…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pões-me as mãos na cabeça forçando-me a descer, mas eu não quero. Quero sim, as tuas mãos…Teus dedos. Um a um, chupados com luxúria…Mordo-te a palma da mão, o pulso…Todo tu és digno de saborear, de lamber, de sentir… Sim, já lá vou…Volto novamente á barriga, sinto-te tremer de excitação e desço…Devagar…Contorno com a língua toda a linha dos teus boxers…Não, não tires ainda, primeiro quero esfregar todo o meu rosto sobre o teu volume que me deixa sedenta…Ponho as mãos por dentro, por baixo, encontro a maciez da tua pele mais protegida…Afago com as mãos essas bolas de prazer enquanto a boca exala o calor da minha respiração sobre o tecido. Dispo-te. Beijo-te o membro em todo o comprimento, devagarinho…Abro a boca e de uma só vez sugo-te um testículo. As minhas mãos deliram, voam loucas sobre as tuas nádegas, apertando-as. Gemes, contorces-te…

 

Sorris.(Sempre sorris quando estás comigo) Sabes que eu gosto de te fazer sofrer. Sabes que tardo mas não falho e a espera incendeia-te, faz-te perder a noção do mundo…

 

Abro-te um pouco as pernas e contorno as virilhas, deixando-as babadas de mim. Subo num ápice e abocanho-te por completo.

 

Páro!

 

Recomeço sofregamente, num vaivém frenético. Ouço-te gemer, estás perdido! Todo o teu corpo treme, sinto que vem a tua explosão….Vem, grita a minha boca sem espaço para o som, enquanto prossigo os movimentos alucinantes!

 

Vem!

 

 Vemmmmmmm!...

 

 

Hummmmmmmm….

 

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: Bem desperta

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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006

Cinto de castidade

 

 

Todos nós sabemos que os tempos mudaram…Os homens já não são o sexo forte, pelo menos é o que consta. Eu, honestamente, não sou feminista, ainda acho que nenhuma mulher tem o carisma de um homem na hora daquele abraço que conforta a alma e faz com que o mundo seja mais firme… (Mas isto deve ser por eu realmente gostar de homens, he,he.) Não tenho qualquer problema em assumir que preciso deles, nada me custa chamar por um para mudar um pneu furado ou para chegar a uma prateleira alta do hipermercado. Até para os desabafos dos meus desamores escolho um homem…Eles sabem ouvir e aconselhar como ninguém… Mas em nada me sinto inferior a eles, se preciso for, mudo o pneu sozinha, embora admita que diga mal da minha vida nesse azarado momento. Agora, que realmente as mulheres evoluíram muito nas ultimas décadas, não questiono minimamente, tanto a nível laboral como e principalmente a nível prático e afectivo. Hoje em dia são elas que comandam, são elas que tomam decisões, são elas que gerem o dinheiro e são elas que vão á luta. Seja na busca de um carro, seja na busca de um crédito, seja em busca de um amor ou /e até mesmo na busca do prazer. Hoje, ao abrir a minha caixa de correio tive a prova disso mesmo.

 

E confesso que gostei da ideia…

 

 

 

                      

 

Ah!...Adorei o cor de rosa!

 

 


publicado por amazonas às 23:56
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Domingo, 19 de Novembro de 2006

O diário do Boavisteiro I

 

Querido Diário:

Pois isto de papar as gajas pressupõe uma série de actividades.
Uma bastante eficaz é a Ida Ao Cinema.
Não esquecer que nunca se leva uma gaja ao cinema só por levar. Como tudo que se faz com elas, o objectivo é saltar-lhe em cima.
Ora, há algo no cinema que deixa as gajas de pito aos saltos, ou pelo menos bastante mais receptivas.
Será o escurinho do cinema, como dizia a Rita Lee na cantiga?
Será a perspectiva de ser visto em pleno acto?
Talvez seja o facto de estarmos a gastar dinheiro com elas. Isso é sempre um afrodisíaco para as gajas.
Não sei, nem me importa. O que interessa é que resulta.
Para começar, temos que ter muito cuidado com a escolha do filme.
Temos que "pensar" como as gajas (elas na realidade não pensam, mas bem sabes o que quero dizer).
As gajas só gostam de filmes de merda. E, dentro da merda, só certo tipo de merda.
Não podemos escolher um filme bom: Schwarzenegger, Stallone, Steven Seagal, etc.
Não. Nada disso.
O género de que mais elas gostam é o raio das comédias românticas: Pretty Woman, O Casamento Do Meu Melhor Amigo, etc.
Também pode ser ou um filme a puxar à lágrima, estilo Filadélfia, ou então daqueles realizadores europeus merdosos, a armar ao intelectual. As gajas são burras, mas estão convencidas de que são inteligentes.
Devemos alimentar bem essa ilusão. Tudo a bem de uma queca.
Sim, que estes filmes são uma seca. Insuportáveis. Mas pensem nos benefícios! Faz-se tudo por uma queca.
Aliás, nem é dos maiores sacrifícios, por acaso. É bem pior ter que aturar os chatos dos pais dela.
Por outro lado, o cinema, apesar de tudo, é bem mais barato do que um jantar, por exemplo.
Um cuidado importante a ter: não dormir durante o filme! As gajas não se contentam com arrastar-nos para ver aquela bosta de filme. Depois temos que falar do filme.
Porém, se tivermos sorte, vamos falar do filme na cama.
E não podemos dizer o que realmente pensamos do filme. Isso é o pior que se pode fazer, com uma gaja.
Devemos, isso sim, mentir. Descaradamente. Que foi um filme muito bom. Que a história é tocante. Que aquele personagem isto, e aquele aquilo. Enfim, aquele paleio de merda de que as gajas tanto gostam.
Aliás, por acaso uma boa maneira de nos vermos livres da gaja é dizer a verdade sobre o nojo de filme que ela quis ver. Duas ou três sessões disto costuma ser suficiente.
Durante o filme, também temos que ter atenção à disposição da gaja.
Algumas gajas querem que lhes apalpemos a mercadoria durante a fita. Se for esse o caso, e não o fizermos, podemos atrasar muito a chegada à meta.
Porém, aqui temos que ter muito cuidado. Se nos enganarmos a avaliar o grau de humidade da passarinha, pode ser um sarilho. Por isso, muita atenção.
Outra vantagem dos filmes é o DVD.
Meus amigos, um leitor de DVD é dos mais importantes acessórios fodilhófilos da vida moderna.
Para começar, estamos mais perto da cama, do quarto, do tapete em frente à lareira, etc.
Além disso, sempre é o recato do lar.
Um homem prevenido não pode deixar de ter um leitor de DVD.
Eu já tenho um. E você?

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publicado por amazonas às 21:10
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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

Queres? Toma...!

Mantenho os teus olhos vendados apesar dos teus protestos e coloco os dedos nos teus lábios como ordenando que te mantenhas em silêncio – “xiiiuuuuu…”
 
Pego numa corda e faço-te levantar da cadeira para o chão. Ato-te os pulsos e os tornozelos nas costas. Gemes porque está muito apertado. Eu desaperto um bocadinho, não quero provocar demasiada dor mas sim muito prazer. Sinto a tua pulsação e estás nervoso e a transpirar. Deito-te de lado para poder olhar para ti.
 

 

Ultrapassado o choque inicial começas a ficar mais calmo. “Perfeito…” – murmurei.
 
Mordisco-te os mamilos e desço devagar até ao umbigo onde enterro a língua. Pego no teu sexo completamente rijo com as mãos e afago-o e começas a arfar. Acaricio todo o teu corpo e percorro as tuas belas tatuagens em movimentos com a língua. Estás a transpirar novamente e suplicas com movimentos do corpo que te faça mais…
 
Paro. Certifico-me que a venda está bem colocada e não possas ver nada. Continuo as carícias e olho para a porta fazendo sinal á Alicia para entrar, ordenando-lhe silêncio com o dedo indicador nos lábios. Ela assente com a cabeça e aproxima-se nua, em bicos de pés. Eu continuo a acariciar-te e entretanto beijo-te os lábios. Tu correspondes com uma avidez louca e beijas-me tão intensamente que nem te reconheço.
Gen in ropes, 3...
 
 
Afasto-me. Alicia toca-te agora. Explora-te intensamente o corpo com a língua e provoca-te. Eu falo-te de vez em quando e tu assentas com a cabeça. Alicia atira-se ao teu peito sugando-o avidamente abandonando os seus longos cabelos sobre o teu corpo. O teu pénis torna-se mais duro e Alicia começa a mamar nele, como que esfomeada. Tu começas a contorcer-te num vaivém na boca dela, cada vez mais excitado. Apesar de eu te ter pedido silêncio já não te consegues conter e pedes que te solte as cordas.
- “Não meu amor, se não te doer quero que fiques assim. Magoam-te?”
- “Não, mas quero tocar-te também! Estás a enlouquecer-me!”- balbucias
 
 
 
 
 
 
 

 

Alicia investe cada vez mais no teu pénis e crava as mãos nas tuas nádegas e nos tomates alternadamente. Roça um dedo pelo teu rego e introduz no teu ânus. As tuas feições mudam de cor. Estás em êxtase completo e pedes-me para não parar. Confundes-me com Alicia e eu estou a apreciar a cena com um prazer mórbido.
 
 
A sensação simultânea da língua de Alicia na glande e do dedo a massajar o teu ânus provoca-te arrepios como raras vezes sentiste. Estás pronto a explodir e gritas:
- “Estou a vir-me!”
- “Não, ainda não”- murmurei
Subitamente, Alicia agarra no pénis com a mão e aperta-o na extremidade da glande para reter a ejaculação. Começas a sentir um orgasmo incompleto por dentro e gemes de dor porque o esperma não sai e volta para trás. Quase desmaias mas quando regressas a ti Alicia retorna às investidas no pénis e tu depressa restabeleces a erecção.
 
 
 

 

 

 Alicia quer que a penetres mas eu não deixo. Essa parte está-me reservada. Faço-lhe sinal e ela coloca-se ao lado. Eu viro o teu corpo mais para a frente e agora as cordas magoam-te mais mas já confundes a dor com o prazer. Vou para cima de ti e introduzo o teu membro devagar dentro de mim e cavalgo em cima de ti com força. Ordeno a Alicia que saia, para seu descontentamento, e desaperto-te as mãos. Investes em mim como que num acto de vingança mas tens dificuldade ainda com os pés atados. Arranco a venda dos teus olhos e vejo a fúria neles contida enquanto a tua tranca se enterra em mim com toda a força que tens.
 
 
 
 
 
Aguentas pouco tempo e no meio de gemidos sais de dentro de mim e explodes atirando todo o teu semén para a minha cara. “Toma, foste má comigo” - dizes no meio de gemidos e caretas que não deixam esconder o prazer que estás a sentir.
Estás tão cansado destas horas de “tortura” que já nem falas. Vestes-te em silêncio e deixas-te cair em cima da cama.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Não cheguei a atingir o orgasmo mas não me importei. Gozei mais do que nunca aquele segredo com a Alicia e o teu espanto perante mim, pois fizera algo de que não me julgavas capaz, durante horas e sem te dares conta.
Mas gostaste não foi amor? Amaste aquela tarde, eu sei...
 

 
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publicado por amazonas às 18:55
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

Queres mais ainda?

Meu amor, aguenta-te! Vais ter de esperar, sei que anseias por mais mas eu quero que sofras! Lembras-te...

Mas eu sei que gostas... Hoje ficas assim um bocado, até eu decidir o que fazer a seguir. Tens a certeza que queres que eu continue?

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publicado por amazonas às 15:12
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